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Convidado a abordar os desafios e as respostas a dar, António Louro, vice-presidente da Câmara, partilhou, a 30 de março, a experiência de Mação, que desde há mais de 15 anos entendeu dar prioridade à floresta.

A especialidade e inovação do trabalho ali desenvolvido, designadamente no âmbito da proteção e defesa contra incêndios, que tem sido elogiado e replicado, ainda é insuficiente. Num território de onde desapareceu o pequeno agricultor, que outrora cuidava da floresta, e os filhos do agricultor, herdeiros de microparcelas, estão ausentes, a floresta alastrou e a paisagem tornou-se insustentável. Foi assim que em 2017 os grandes incêndios voltaram a fustigar Mação.

É necessário encontrar novos instrumentos de gestão, com respeito pela propriedade privada, mas viabilizando a gestão conjunta das propriedades, como forma de ganhar escala para projetos capazes de promover efetivamente um território vivo, multifuncional, rentável e menos vulnerável às alterações climáticas. Mação já o havia percebido e a constituição de ZIFs – “condomínios de proprietários florestais” – foi o primeiro passo dado nesse sentido. A adoção de modelos de gestão agrupada e a viabilização financeira do processo, revelam-se essenciais, mas carecem de um impulso inequívoco das políticas públicas.
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Por impossibilidade de António Louro, o 2.º workshop foi substituído por uma sessão de reflexão, debate e estudo das condições de implementação dos conceitos e ferramentas apresentados na primeira sessão.

A 13 de abril, foi a coordenadora da área florestal da Agroges a orientar uma sessão dedicada aos “Meios a mobilizar – custos e financiamento”. A sua apresentação pode ser visualizada aqui.

Nélia Aires incidiu com detalhe na análise e elaboração de planos de gestão e projetos florestais, bem como nos principais instrumentos de apoio ao investimento disponíveis. Houve ainda lugar à partilha de dados relacionados com a rentabilidade da atividade em função das principais espécies florestais e discussão sobre a revisão (em curso) da PAC, enquanto oportunidade para o sector florestal, numa sessão marcada por grande interação com os participantes (técnicos, proprietários e curiosos).

A edição de 2019 das Jornadas da Floresta termina a 27 de abril.


::27 de abril

9h30 | Workshop 4. “Floresta: gestão individual ou coletiva?”
AMÉRICO MENDES
Universidade Católica Portuguesa / Associação Florestal do Vale do Sousa

Sessão pública
Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Arouca

15h | Arouca: a Floresta e o Futuro
Súmula das Jornadas Juniores da Floresta
O emprego na atividade económica florestal em Arouca – resultados preliminares do estudo

16h | A floresta de que precisamos – Painel final
Américo Mendes, Francisco Gomes da Silva (Agroges)  e representantes dos participantes nos workshops.
Moderação: Victor Louro (eng.º silvicultor)

18h | Encerramento
com Margarida Belém, Presidente da Câmara Municipal de Arouca, Adriano Lhamas, Círculo Cultura e Democracia, e Luís Maia, Associação Florestal de Entre Douro e Vouga



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