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jornadas floresta 2018II Jornadas da Floresta

 
"Reformar a Floresta: uma floresta para o futuro, com rentabilidade e biodiversidade", é o tema das II Jornadas da Floresta, que decorrem a 23 e 24 de março, em Arouca, uma iniciativa conjunta da Associação Florestal de Entre Douro e Vouga, da Câmara Municipal e do Círculo Cultura e Democracia.

O programa das II Jornadas da Floresta, abaixo apresentado, reúne intervenções de reputados especialistas nacionais nesta temática e de agentes com papéis muito relevantes a nível local/regional.

Contam com a presença de João Guerreiro, professor da Universidade do Algarve e presidente de ambas Comissões Técnicas para a análise dos grandes incêndios de 2017, que fará a conferência de abertura “Condicionalismos para a reforma da floresta, no quadro dos territórios do interior”, Victor Louro, Eng.º Silvicultor, com a conferência "Floresta: entre o que já foi feito e o que deve ser feito - uma leitura", João Ferreira do Amaral, professor da Universidade de Lisboa e presidente da AIFF - Associação para a Competitividade das Indústrias da Fileira Florestal, que apresentará a conferência “O que vale a floresta”, Helena Freitas, professora da Universidade de Coimbra e anterior presidente da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, com a conferência "Biodiversidade: garantia de futuro", António Bica, autor do livro "O Regime Jurídico dos Baldios", com o tema "Os baldios podem ser exemplo de organização estrutural para a prevenção dos fogos florestais" e Tiago Oliveira, Presidente da Estrutura de Missão para a Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Do painel de oradores farão ainda parte a Presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mação, António Louro, que partilharão a visão de ambos os municípios no que concerne ao futuro da floresta, face aos desafios que se colocam.

Serão ainda apresentados alguns exemplos de boas práticas no âmbito da valorização económica, como é o caso da Cooperativa de Penela da Beira, que falará sobre a produção e comercialização da castanha, e da Medronhalva, que abordará a cultura do medronho. Movimentos e projetos colaborativos envolvendo a sociedade civil também estarão representados, como é o caso da Matéria-Prima, Associação para a Reabilitação da Serra da Freita, da Montis, ou do projeto "Futuro - projeto das 100.000 árvores na AMP".

São igualmente relevantes as comunicações de atores arouquenses: Mário Brandão, que nos falará sobre a sua produção de mel, Filipe Amorim, do Gabinete Técnico Florestal da CMA, com a comunicação intitulada "A proteção começa em cada um de nós: o que fazer para prevenir ou agir em caso de incêndio", Pedro Quaresma, técnico da AFEDV, que alargará as questões da vulnerabilidade aos problemas fitossanitários, Celso Portugal, empresário, que abordará o papel do turismo como fator promotor do valor ecológico e paisagístico, e Marcelo Pinho, que nos dará conta das conclusões do Grupo de Trabalho criado no seguimento das I Jornadas.

A Mesa Redonda final, "Estratégias e políticas para a floresta do futuro", terá moderação a cargo de Américo Mendes, professor da Universidade Católica (Porto) e presidente da Asssociação Florestal do Vale do Sousa.

O ministro-adjunto, Pedro Siza Vieira, e o secretário de estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, também farão intervenções nestas Jornadas. Pedro Siza Vieira falará no final da manhã de dia 23, e Miguel Freitas encerrará a iniciativa a 24 de Março, pelas 18h00.

Do programa fará ainda parte um jantar Geofood intitulado “A Floresta à Mesa”, no Hotel S. Pedro, e no qual serão utilizados ingredientes da floresta arouquense. A participação no jantar (com um custo de 15 euros) carece de inscrição prévia para: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

IIJF 2018 programa atualizado